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sexta-feira, 18 de agosto de 2023

A JUVENTUDE E O HEAVY METAL

 

Foto: Hermes de Paula 

    A adolescência é uma fase determinante na vida de um Cidadão, personalidade, gostos e preferencia se moldam nesta fase, o que para alguns dura pela vida toda.

O Encontro do vigor da adolescência com o “rock pesado” geralmente deixa marcas profundas, inclusive na ideologia. Muitas camisetas pretas desbotadas que vemos hoje em dia, são usadas por jovens senhores atravessaram décadas curtindo suas bandas favoritas. Ainda que o Heavy Metal tenha muitos fãs caricatos e equivocados (assim como todo movimento), uma parte importante do público consome a música de maneira mais profunda. Temas históricos, fantasiosos, letras de protesto e de terror fazem parte de um imenso contexto literário distribuídos em muitos subgêneros desconhecido pela maioria das “pessoas comuns”. O contato com esse material é capaz de preencher espaços vazios dar sentido a vida de muitas pessoas. 

    Mas será que a “molecada de hoje em dia’’ ainda tem esse despertar? Pode ser que sim, talvez não tão forte quanto as gerações anteriores, mais o despertar está ali, escondido em algum lugar no subconsciente. O fato é que nas décadas de 80 e 90 essa necessidade de uma afirmação musical era mais latente, quando alguém conseguir comprar um disco ou uma camiseta de banda favorita, era destaque no grupo de amigos. O rock ainda é contracultura, e está sempre a contramão do popular, inegavelmente o estilo sempre esteve na vanguarda e consigo carrega toda uma bagagem que provoca no indivíduo uma abertura para um caminho que pode ser pra vida toda. Quem fez essa descoberta e conseguiu atravessar as demandas que surgem na vida adulta, provavelmente envelhecerá dentro de um universo que é um link direto com a sua juventude!


Por Vitor Carnelossi

COLORADO HEAVY METAL - MÚSICA ALÉM DA OBVIEDADE!


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Editor responsável - Vitor Carnelossi

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

NO RADAR - COM FORGOTTEN SAGA

Junior Bonora é o nome do excelente guitarrista que já participou de algumas bandas e projetos, entre eles Perpetual Digrace, Thunderlord, Grey Holf. Estamos com o Junior NO RADAR para saber sobre seu primeiro trabalho solo, o FORGOTTEN SAGA!!!! 



1 – Você está se preparando para soltar seu primeiro álbum solo chamado “Forgotten Saga”, Quais as principais inspirações e referências para este trabalho? Primeiramente, parabéns por esse trabalho aqui e muito obrigado pelo convite para a entrevista! O Forgotten Saga é a colisão das minhas paixões pelo heavy/power metal germânico com a literatura fantástica. Sou apaixonado por Accept, Grave Digger, Blind Guardian, Helloween, Gamma Ray, Primal Fear, Judas Priest, Hammerfall. Certamente você ouvirá um pouco de tudo isso no disco. Ao mesmo tempo também sou fã de Senhor dos Anéis, contos do H. P. Lovecraft, e é claro, Andrzej Sapkowski. É baseado na grande obra desse último que fiz o disco debut, Last Wish. A saga The Witcher é uma paixão minha, nos livros, games, HQs e agora no seriado da Netflix. 

2 –Você já esteve em estúdio gravando para outras bandas. Qual o principal desafio em “peitar” um projeto cujo você é compositor? O principal desafio é a sobrecarga pelo acúmulo de funções. Ter que se responsabilizar pela criação de tudo, pela produção e ainda performar nas gravações é um desafio. Compor é mais difícil quando você também tem que se preocupar com logotipo, capa, timbragem, programação de baterias, letras, páginas na internet e tudo que envolve um lançamento independente. Há um custo financeiro e um custo mental. O Forgotten Saga só é uma realidade porque me dediquei exaustivamente durante minhas últimas férias antes da minha filha nascer. 

3 – Você é um estudioso da guitarra e tem uma excelente técnica! Há uma cobrança pessoal em você para apresentar um trabalho dentro de padrões elevados do instrumento? Muito obrigado Vitor, vindo de você que é um grande guitarrista fico ainda mais honrado. Eu estou na guitarra especificamente já fazem 19 anos, porém só passei a estudar música de verdade há 6 anos. Voltei a fazer aulas e nunca deixo de praticar, ao menos um pouco, todos os dias. Hoje em dia também sou professor de guitarra. Eu tenho um prazer em tocar que é um caso a parte, também tenho um lado guitarrístico como ouvinte (além do metal em si). Gosto de ouvir Greg Howe, Allan Holdsworth, Gary Moore, Joe Bonamassa, Joe Satriani, Kiko Loureiro, Malmsteen. Acho que essas referências acabam se misturando um pouco. 4 – Conversando em “off “ você me disse que teve que dominar a tecnologia na captação e produção antes de gravar “Forgotten Saga”. 

4 - Gostaria que detalhasse esse processo, como está sendo produzido este álbum de estreia? O principal critério para esse disco foi manter os pés no chão, mas vale um na mão do que dois voando. Abri mão de investir em um super projeto para fazer algo que eu realmente desse conta de finalizar. Estudei o Reaper, o ezdrummer, investi em racks, monitores de áudio, cabos bons, etc. Foi um tempo fazendo produções teste e pesquisando muita coisa na internet, sobre frequências e técnicas de mixagem. O resultado não é superprofissional, mas é audível. E o melhor: deixou de ser uma promessa, um devaneio, e se realizou. O fato de ser um acumulador de equipamentos de guitarra ajudou também, tenho aqui uma coleção de guitarras, amplificadores e pedais. Conto com a ajuda final do André Tulipano (Steel Warrior) em parte da mixagem e toda a masterização. No próximo trabalho eu vou investir em um produtor e em uma gravação mais profissional, me liberando para compor com mais tranquilidade! 

5 – Haverá algum músico convidado? Quais as expectativas para esse lançamento! Obrigado pela participação! Sim! Revelo oficialmente em primeira mão para você! Os baixos foram gravados por um exímio baixista aqui da região. Ele é ridiculamente bom! O cara se chama Matheus Andrade e fez um trabalho monstruoso nas linhas de baixo. A música A Matter of Price teve os baixos gravados pelo grande Fabio “Greywolf” Paulinelli, as linhas ficaram lindíssimas e qualificaram a música. Você deve saber como o Fabio é técnico e criativo! Nas vozes algumas coisas ainda estão sendo definidas, mas posso adiantar que teremos os 4 vocalistas do Dragonheart atuando na música Witcher of Rivia e o André Tulipano do Steel Warrior cantando em várias outras. Essas participações engrandecem o trabalho para além do que eu jamais conseguiria sozinho. As expectativas pessoais estão ótimas. Tive excelente feedback de alguns amigos importantes. A capa já está pronta e temos a possibilidade real de fazer o lançamento com um selo com distribuição internacional, aguardaremos! Muito obrigado novamente pela oportunidade, você é um cara iluminado Vitor! Abraço!



@forgotten_saga.metal




    POR VITOR CARNELOSSI
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    segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

    NO RADAR COM CARLOS LOPES - DORSAL ATLÂNTICA



    “Parabéns Carlos, li a entrevista aqui e ficou além das minhas expectativas! Mais importante do que "curtidas" é que estar caminhando ao lado de quem admiro, isso é o mais satisfatório! Por mínimo que seja, fazendo algo para ajudar me sinto parte da engrenagem!”

    Com essas palavras agradeci o grande Carlos Lopes, uma pessoa atarefada com as diversas ramificações artísticas que desenvolve, mais solicito, educado e humilde com quem lhe procura! 

    NO RADAR hoje tem a honra desse bate papo rápido e extremamente importante, o esse nome que dispensa maiores comentários, porta voz da seminal e genial DORSAL ATLÂNTICA 


    1 – A musicalidade da Dorsal Atlântica é maravilhosamente transgressora no sentido de nunca se acomodar dentro do gênero musical estabelecido pela própria banda. Como você “encaixa” “Canudos” dentro de sua discografia?
    Meu melhor trabalho na carreira da Dorsal Atlântica.
    O entendimento e a aceitação de toda criação artística “descem redondo” quando não se confronta o público, quando o artista entrega ao seu público o que pretensamente ele “parece querer”. Há vários códigos de grupos: cabelos compridos para roqueiros, cordões para rappers, chapéus de palha para sambistas, etc. É a forma de através do qual se abrem portas com o gestual, a roupa, a sonoridade, a mensagem, e por aí vai. Mas por ser artista, da forma como eu vejo e vivo, os códigos não podem se sobrepor à obra. O meu público de seguidores musicais, obviamente, é de adoradores de rock pesado, mas por considerar que eles esperem mais de mim do que de uma banda seguidora de normas, o diálogo é mais maduro e o entendimento também.  A força do não-conformismo. Artes só fazem sentido quando servem de certa forma para abrir as mentes, (des)educar as pessoas e elevar o nível o deslocando do lugar-comum e da zona de conforto. Mas mesmo dentro do mundo do rock pesado, as bandas e público já foram tomados por mentalidades de sucesso, likes, E quando digo isso não quero contribuir para mais verdades-absolutas como a arte clássica é mais digna que a popular, que funk é uma droga e que rock é uma música superior... E sendo assim, minhas opções estéticas, musicais e líricas nunca foram tomadas para agradar, mas para marcar território, tudo em prol do estudo, da independência e do discernimento. Ser independente até mesmo da cena independente. E como isso seria possível?  Sendo brasileiro, mesmo sabendo que os brasileiros colonizados e globalizados são  incapazes de entender.


    2 – Desde o retorno com a regravação do clássico “Antes do Fim” (Antes do Fim, Depois do Fim) as novas músicas estão sendo compostas na língua portuguesa. Então lhe pergunto; É importante ser ouvido e compreendido pelo público Brasileiro?
    Principalmente nos 3 últimos álbuns: 2012, Imperium e Canudos, a mensagem é radicalmente brasileira. São discos sobre história e política, os mesmos temas que abordo em minha revista em quadrinhos Tupinambah. E te contando isso, ao mesmo tempo estou descartando ter uma carreira no exterior porque o que interessa é o meu país. E friso: o MEU país e não o país da devastação da Amazônia e da discriminação.

    Quando fundei a banda em 1981 eu tinha como objetivo criar, desenvolver uma leitura brasileira do rock pesado estrangeiro. Claro que essa visão foi amadurecendo com a estrada, com as mudanças internas e externas, mas nada disso me tornou palatável para a indústria nascente. Não havia gravadoras para lançar as bandas novas em 1983 por exemplo... banquei meu primeiro disco assim como banquei minha primeira revista em quadrinhos. E durante esse processo contei com o público em várias oportunidades-chave tanto nos permitindo tocar no festival Monsters of Rock em 1998 como voltar a gravar em 2012.

    3 – Quando se fala em Dorsal Atlântica, muito se fala no conceito das letras, pois você sempre exímio escritor. Mais em termos de instrumental, quais suas ideias e referencias nos dias de hoje?
    Não tenho muitas referências a não ser as que me influenciaram quando eu estava na transição de criança para adolescente. Por isso os Beatles foram e ainda são muito importantes em minha formação. Eles são como a minha Bíblia. Ontem mesmo, um apoiador me disse que tentou tocar nossas músicas por anos, mas que eram muito difíceis... Ele está certo, não é fácil, é um pouco intrincado porque é muito personalista. Até hoje, a maioria dos guitarristas não consegue tocar o riff de Caçador da Noite, mesmo que esses guitarristas toquem Steve Vai. E por quê? Porque tem um “suingue” na execução do riff que a maioria dos músicos de metal não se importam em aprender. Curioso, não é?

    4 - Alguns discos da Dorsal Atlântica estão fora de catálogo, é possível algum relançamento em comum acordo com a banda?
    Possivelmente sim, mas há que haver investimento, talvez através de uma campanha de financiamento. Temos pensado em relançar o Dividir e Conquistar copiado e masterizado da fita de rolo original. Mas como disse o investimento é alto. Um dos motivos, se não o maior, que deu fim à banda em 2000 é exatamente não termos podido sobreviver da venda de nossos álbuns e shows. Um assunto delicado, que muitos na cena de metal, não gostam de refletir sobre é que só há bandas grandes – com toda a estética possível (cabelos, tatuagens, roupas pretas, satanistas inclusive) – porque há investimentos grandes. Não é a música e as idéias que te fazem crescer, mas a repetição de fórmulas financiadas a um custo alto, financeiramente falando, feitos em ambientes considerados “alternativos”, “underground” e de subculturas. No fim das contas, tudo é negócio. “Vida de gado, povo marcado, povo feliz...”

    5 – Além da parte musical, da inserção como escritor, você ainda está à frente de alguns trabalhos como ilustrador de História em quadrinhos de sua autoria e direção! O Que podemos esperar dessa simbiose artística que sempre reinventa Carlos Lopes em tempos modernos?
    O meu primeiro sonho foi ser desenhista de quadrinhos. Desde cedo alguns trabalhos meus foram publicados em jornais infantis nos anos 1970, mas eu não me empenhava tanto... Aí quando descobri os Beatles com uns dez a doze anos, abandonei os desenhos e me tornei guitarrista. Só vim a desenhar de novo durante a gravação do CD 2012 da Dorsal Atlântica. Eu já estava de saco cheio de música, do ambiente musical e relembrei do meu antigo sonho de ser desenhista e a partir de 2015 decidi que era o que queria fazer. A escolha natural para entrar nessa nova jornada era contar a história da banda em quadrinhos. Da minha maneira, de forma lúdica, sem copiar quem quer que fosse, nos desenhos e no texto. A História em Quadrinhos sobre a Dorsal foi relançada em 2019, agora colorida e com papel de alta qualidade. A realização de um sonho!
    No momento, estou trabalhando na revista Tupinambah 2 e pretendo disponibilizar quase todo o meu acervo musical, da Dorsal; Mustang; Usina Le Blond e meu trabalho para crianças na rede em 2020. Há muita coisa a ser feita...


    Por Vitor Carnelossi



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    segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

    NO RADAR COM PANNDORA


    A banda PANNDORA dispensa maiores apresentações ao público que acompanha o Heavy Metal Nacional, afinal, são praticamente 20 anos fazendo música autoral e superando as adversidades do estilo! A fundadora da Banda Adrismith esteve na seção “NO RADAR” divulgando “URANIE”, o mais recente trabalho destas guerreiras!





    1 - “Uranie” é o mais recente trabalho da Panndora! Qual a sensação em produzir mais este Full-length puramente Heavy Metal mantendo a formação inteira com mulheres!
    Adrismith: É como uma vitória, pois gravar um álbum hoje em dia, não é fácil, ainda mais com recursos próprios. Demoramos muito para produzí-lo, devido a questões financeiras e logísticas. Ainda contamos com a sorte da Inferno Records, há anos queria lançar um trabalho nosso. Então, é uma satisfação enorme.

    2 – Como você compara “Uranie” em relação aos trabalhos anteriores da Panndora? 
    Adrismith: Uranie está mais maduro e melhor produzido. Acredito que ao longo dos anos, evoluímos um pouquinho musicalmente - claro que ainda precisa melhorar muito - e acredito que o resultado está no álbum. Nosso primeiro álbum faltou produção e arranjos, pois são boas músicas, já nesse demos o nosso melhor.

    3 – A Panndora está em atividade desde 2000. Como é manter a banda em atividade e fiel a seus princípios por praticamente 20 anos!?
    Adrismith: não é uma tarefa fácil, tanto é que, somente eu estou desde o início.

    4 – Qual os critérios que a banda utiliza para tocar ao vivo, visto que ainda o Brasil conta com uma infraestrutura underground muito limitada.
    Adrismith: Hoje em dia tocamos muito pouco, por vários motivos, mas dois deles destaco: nossa logística (moramos longe uma da outra) e também porque os produtores não querem contribuir com o mínimo e também não oferecem uma estrutura adequada. Então tocar só por tocar, não vale a pena. Queremos mostrar um bom show, dar o nosso melhor, por isso é necessário bons equipamentos e nem todos dispõe disso.

    5 – Agradeço a valiosa participação sua Adriane! O que representa para você fazer parte de uma banda de Heavy Metal!
    Adrismith: Eu que agradeço a participação e fazer parte de uma banda, para mim é um estilo de vida, amizade, companheirismo, respeito.



    Por Vitor Carnelossi

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    terça-feira, 19 de novembro de 2019

    NO RADAR COM EDUARDO MARQUES (DRAGONHEART)



    Gravando os aclamados Trabalhos “The Gods of ice” (1998 - DEMO), “Underdark” (2000), “Throne of the Alliance” (2002), Eduardo Marques volta ao DRAGONHEART após 17 anos. Conversamos com ele nessa rápida e valiosa entrevista! Estamos no radar!

    1 - Eduardo! Qual foi a principal motivação em retornar as atividades com o Dragonheart?
    Primeiro muito obrigado por dar a oportunidade de falar. Essa é a primeira entrevista desde que voltei pra banda. A motivação,primeiramente, foi a amizade que tenho com esses caras. Eu e o Taborda somos amigos de infância. E o Marco nos conhecemos pra tocar, mas se tornou um dos meus melhores amigos. Pra compor a gente tem os mesmos gostos e as mesmas viagens pra criar estórias e letras. O André e o Thiago são músicos de primeira linha e os caras que mantiveram a banda na ativa, muito talentosos. Fizeram um grande trabalho nas músicas depois da minha saída. E são caras muito generosos e gente boa. Quando veio o convite não pensei nem um minuto para aceitar. A energia e a química estava lá e melhorada! Como não retornar a banda que sempre foi o que de melhor fiz na música, DragoNHeart está no meu sangue.



    2- Nesse intervalo considerável de 17 anos, vc manteve algum envolvimento com a música?

    Sim, é muito tempo mesmo. A música é a minha profissão. Há 18 anos sou professor de guitarra, violão e técnica vocal. Compus trabalhos pra publicidade, algumas músicas pra musicais e produzido, principalmente voz. Fiz um álbum de hard rock há 2 anos que não lancei mas valeu como exercício criativo. E tenho ensinado muita gente ao longo dos anos.


    3 – Como tem sido os ensaios nesse retorno? Deve rolar muitos sentimentos?

    Espetacular! Foi surreal estar na mesma sala com os caras novamente. A banda está numa onda criativa forte e alto astral. Fiquei emocionado demais! Uma banda pra funcionar tem que estar unida. E estamos! 3 guitarras e 4 vozes parecia um boeing decolando! Foi foda demais!





    4 – Você vai executar sons gravados após sua saída da banda?
    Siiiim! Estou estudando as músicas. Muito material bom! É legal vir de fora porque você toca como um fã daquelas músicas! 

    5 – Gostaria que você citasse as músicas que mais gosta de tocar no Dragonheart! Obrigado por sua participação!
    Da fase que participei: Acardia Gates e Sir LockDunam porque nessas músicas que estabelecemos a linguagem musical que a banda iria seguir. Blacksmith porque ela é muito forte e metal. Hall of the Dead Knights por ser bem épica e com variações muito boas, sem contar a letra que é demais. Da fase posterior gosto muito da Silent Sentinel, Eyes for Hell e Black Shadow. Essa ultima, uma música de uma banda madura e forte! 

    Obrigado pela oportunidade e aguardem que logo teremos shows e álbum novo. As músicas prometem! Uma fusão de peso e música épica. Nos vemos na estrada moçada! DragonHeart is coming!!!


    Por Vitor Carnelossi


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    quinta-feira, 21 de março de 2019

    WOODSTOCK - OS LANÇAMENTOS QUE MARCARAM ÉPOCA!


    Quem já é mais tiozinho e começou a escutar um som na década passada, provavelmente já deve ter “pegado” uma “bolacha” da Woodstock nãs mãos! Aquele discão grosso e pesado distribuído em parceria com a Rock Brigade teve papel fundamental da popularização de algumas mais pesadas vindas das “gringas”. Walcir Chalas é o nome desse caboclo que além de lançar grandes discos por aqui, também em sua loja física marcou época! Foi lá que o Sepultura fez uma tarde de autógrafos pra 5.000 pessoas e também recebeu a presença simplesmente do James Hetfield, (Metallica), que estava a fim de comprar umas versões piratas de discos da própria banda... Dizem que James chegou no banco de traz de um Fiat Uno “mocado”, mais a galera descobriu e quase viraram o carro... Selvageria total! Confiram abaixo os discos mais vendidos pelo selo Woodstock aqui no Brasil e veja se o cara teve grande importância ou não para os sedentos e ávidos headbangers!



    1. Helloween – Walls of Jericho

    2. Kreator – Endless Pain

    3. Destruction – Eternal Devastation

    4. Exciter – Violence & Force

    5. Running Wild – Gates of Purgatory

    6. Celtic Frost – To Mega Therion

    7. Motorhead – Ace of Spades

    8. Manowar – Battle Hymns

    9. Slayer – Hell Awaits

    10. Anthrax – Fistful of Metal


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    segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

    REVENGE - UM ÓTIMO RELANÇAMENTO DA HELLION RECORDS





    A Hellion Records resgatou das entranhas do passado o ótimo álbum "Rhapsody From Brontoland” da banda Paulistana REVENGE. Lançado em 1990 esse álbum apresentava um Heavy/ Power Metal Melódico que destacou-se por composições inspiradas e uma ilustração muito legal a cargo do grande Macartti. O Guitarrista Affonso Jr. também era destaque com seu estilo extremamente virtuoso, conseguindo na época do lançamento uma boa visibilidade entre os grandes guitarristas brasileiros. Após alguns anos limitado apenas a colecionadores de LPs e ouvintes mais “garimpeiros”, "Rhapsody From Brontoland” volta a ter uma nova chance de cativar novos ouvintes. O Trabalho esta sendo relançado no formato inédito de CD, dando uma chance legal da obra ganhar novos ouvintes. Vale apena ressaltar a excelente iniciativa da Hellion Records, buscando com sempre surpreender em seu catálogo! O Álbum foi remasterizado por Bart Gabriel, conhecido por seus trabalhos com Cirith Ungol, Pagan Altar, Titan Force, Sacred Steel, entre outros... Eu já garanti minha cópia! Bora lá apoiar esses relançamentos fenomenais que contam a história do Heavy Metal Brazuca!




    Faixas:

    1. Rhapsody’s Overture
    2. Rhapsody from Brontoland
    3. Melodie pour une temps
    4. Dark Lands
    5. A Blue Dream in the Dark
    6. Thrash Legions
    7. Atlantis
    8. Fallen Hero


    Hellion Records Brazil
    www.hellion.com.br 



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